Todos nós temos vozes interiores, gritos abafados, respostas precisas para questões deixadas de lado. O nosso maior fardo carregamos dentro de nós. O peso dos ombros é algo inteiramente imaginado por nós.
A nossa forma de lidar com essas criações fantasiosas de nossos problemas, nossas imperfeiçoes, diz muito do que somos.
Para o cristão verdadeiro, ou melhor, o que é, não por dizê-lo, mas, por ser, a sua carga, quem ele é, quem foi, o medo de quem venha a ser, a constante guerra travada entre espírito e carne, o reprime até o ponto que o impede de deixar-se guiar unicamente na confiança da certeza dos caminhos de Deus. Esse individuo, no seu sentido de indiviso, por estar em contante guerra contra si, acaba apegando-se
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