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Mostrando postagens de julho 14, 2013
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"Nós nos sentimos bem em meio  a  natureza porque ela não julga"  Nietzsche
" Nietzsch
http://www.youtube.com/watch?v=izQsgE0L450 Obra de Samuel Barber Dizem que é feliz aquele que pisa os pés no chão com firmeza. Aquele que sabe o seu lugar no mundo, que chega exausto em casa do trabalho e sente o paraíso numa noite de sono para no dia seguinte começar tudo novamente. Os que andam na contramão, não fazem nada "produtivo" o dia todo, a vida toda, no entanto, de alguma forma, em algum momento, irão do mesmo modo sentir-se justificados. Em ambos os casos, somos escravos da recompensa, do propósito, do baú cheio de ouro no fim do arco-íris. Como se fossemos merecedores de recompensas, como se nossas vidas fossem um sacrilégio. Nos arrastamos por ai, descobrindo vários mundos, várias pessoas, magoando e sendo magoado, mas, nunca conhecendo a nós mesmos. O quê que Deus quer conosco, além do que já deixou escrito? Descobrir, já que somos matéria acabada e batido o martelo como pecadores sem regeneração,  até onde vai a nossa estupidez, a podridão dos nossos ...
Todos nós temos vozes interiores, gritos abafados, respostas precisas para questões deixadas de lado. O nosso maior fardo carregamos dentro de nós. O peso dos ombros é algo inteiramente imaginado por nós. A nossa forma de lidar com essas criações fantasiosas de nossos problemas, nossas imperfeiçoes, diz muito do que somos. Para o cristão verdadeiro, ou melhor, o que é, não por dizê-lo, mas, por ser, a sua carga, quem ele é, quem foi, o medo de quem venha a ser, a constante guerra travada entre espírito e carne, o reprime até o ponto que o impede de deixar-se guiar unicamente na confiança da certeza dos caminhos de Deus. Esse individuo, no seu sentido de indiviso, por estar em contante guerra contra si, acaba apegando-se